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The Lost Daughter” foi exibido pela primeira vez para o público e para a crítica especializada. Com muita aclamação para a performance da Dakota como Nina.

Traduzimos algumas críticas especialmente para vocês, sem spoilers!

THE GUARDIAN: Em sua excelente estreia como diretora, Maggie Gyllenhaal conjura o romance original de Elena Ferrante de 2008 num cinema húmido e sensual: uma miniatura cativante, cheia de detalhes reveladores e pequenos dramas em letras grandes. Artistas como Ed Harris, Dakota Johnson e Paul Mescal fornecem a The Lost Daughter um impressionante coro grego. Mas este é o palco de Colman e a sua tragédia. Você não consegue tirar os olhos dela por um segundo.

Ainda não li o romance de Ferrante e achava que sabia para onde este estava a ir. Mas The Lost Daughter enganou-me e tomou uma direção diferente, com mais nuances; aquele que é tão gratificante à sua maneira.

TIME: The Lost Daughter está uma ideia ousada e perigosa: é uma exploração do que a maternidade pode drenar de uma mulher – uma mudança dramática dos típicos clichês de olhos vidrados sobre como é gratificante ter e criar filhos. Buckley é incrível, seu desempenho combinando tão perfeitamente com o de Colman que é fácil ver a mulher mais velha dentro da mais jovem, e vice-versa. Tanto Colman quanto Buckley são talentosos e habilidosos, mas os temas do filme são exigentes e complicados; Eu poderia imaginar algumas pessoas sendo repelidas por eles. Gyllenhaal molda essas ideias lindamente, de uma forma que parece pesquisadora e exploratória, nunca julgadora. E você tem a sensação de que ela se apaixonou um pouco pelos atores. Isso não é um requisito para todos os filmes, mas talvez para um como este, que mergulha tão fundo na alma de uma mulher que teve que agarrar a própria felicidade, aquele toque extra de ternura pode fazer toda a diferença.

Chamar The Lost Daughter de estreia garantida é prestar um pequeno desserviço – a garantia sugere que um cineasta sabe tudo o que acontece. O que vemos é algo maior: o ato de descobrir – dos dons que os atores podem trazer para um história, de como manter uma narrativa complexa juntos – em andamento. É isso que torna este filme tão eficaz, tão ocasionalmente perturbador e tão vivo.

THE WRAP: É uma obra-prima de percepção e de tudo o que a sociedade atribui às mães e à maternidade. Ele captura a pressão sobre as mães para nunca reclamar e sempre sorrir, mesmo quando você está gritando por dentro. É uma estreia triunfante para Gyllenhaal.

INDIE WIRE: Olivia Colman e Dakota Johnson apresentam algumas das suas melhores performances.

Tradução: Equipa DJPT

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