Na passada sexta-feira, 06, foi a primeira premiere de “The Friend” no mundo e foi situada num dos maiores festivais de filmes, o Toronto International Film Festival no Canadá! A diretora Grabiela Cowperthwaite, o escritor Matthew Teague marcaram presença lá tal como a Dakota e o Jason Segel, que interpreta Dane. A equipa antes e depois do screening teve a fornecer entrevistas sobre o filme e uma delas foi para o ET Canada, podem a conferir aqui em baixo:

Entrevistador: [The Friend] É um filme muito comovente, não eram apenas lágrimas. Também tem humor lá. Podemos falar sobre como vocês usaram o humor para ajudar no processo da dor? E porque é tão importante manter isso?
Dakota: Porque a vida é dolorosa e hilária.

E: O quanto te foi dito para intrepretares a Nicole? Como isso te afetou?
D: Eu estava sensível na maioria das vezes enquanto filmavamos. Mas foi muito emocionalmente aberto, muito pesada mas nunca foi exigente. Foi como se fosse a coisa certa a ser feita, eu não sei exatamente como explicar isso meio que pareceu como se fosse preciso acontecer.

E: Todos nós que assistiram o filme falaram muito sobre a ideia de um amigo como o Dane e vocês têm um amigo como o Dane? Ou vocês poderiam ser um amigo como o Dane? Se algo assim acontecesse com um amigo acham que poderiam entrar dessa maneira?
D: Eu acho que eu poderia ser.

E: Como foi trabalhar com a Violet e a Isabella?
D: Foi muito lindo, elas são tão divertidas e elas trouxeram muita luz para o set especialmente quando havia momentos pesados. Até mesmo nas localizações gravamos um pouco em alguns hospitais e aquilo foi difícil. Mas ter as meninas a correr por lá e a brincar o tempo todo meio que fez o resto da equipa brincar o tempo todo também.

E: Ajudou-te, não que precisasses de te conectar com a Nicole e no que ela estava a passar, mas acrescentou ainda mais algo para ti? Assistimos as cenas onde estás deitada na cama com elas e eu fiquei a pensar nos meus próprios filhos. A ter elas lá contigo criou uma conexão melhor para ti?
D: Sim, absolutamente. Eu não tenho filhos meus, mas eu sou uma pessoa muito maternal. Eu realmente importo-me com as pessoas e eu realmente importo-me muito com as meninas [Isabella e Violet]. Então tê-las lá foi basicamente… Em uma fração de segundo tudo dói tanto porque eu realmente as amo

E: O que vocês querem que as pessoas entendam sobre não apenas a ideia do luto, mas a plenitude da vida ao ver isso porque como disseram antes, demonstra muito isso.
D: Eu sinto que o filme é uma boa perspectiva de como é amar sem abandonar mesmo quando as coisas estão extremamente confusas e não desligar-se, excluir-se ou fechar-se para as pessoas ou com as pessoas que amas ou a tua família. É realmente determinar a tua vida. Eu acho que agora é muito mais fácil ficar desligado e desconectado e este filme é o oposto disso.